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A chegada do primeiro filho na vida do casal

Ontem éramos dois, hoje somos três. Como adaptar nossa vida, nossa rotina, os momentos de namoro no domingo pela manha, enquanto espreguiçamos na cama, o jantar a dois, as viagens de ultima hora ou ainda aquelas de trabalho?

Vamos começar, pensando que a partir da chegada do bebe, teremos que nos organizar para continuarmos vivendo nossas vidas com o mesmo prazer, sem precisar deixar de lado quem somos e o que esperamos da vida. Devemos lembrar, também, que ninguém pode ser feliz sem ter seus objetivos e buscar realiza-los.

Quantas vezes ouvimos as amigas, comadres, ou mesmo as nossas mães dizendo que “a partir de agora, esqueçam tudo que vocês faziam antes, porque agora vocês são pais e devem cuidar do seu filho”. Errado! Podemos e, alias, devemos priorizar as necessidades do bebe, pois ele e completamente dependente de nos. Também devemos ter em mente, constantemente que ele e nosso filho, não e filho da vovó ou da titia, portanto e nossa responsabilidade. E, responsabilidade no sentido amplo da palavra, pois será tarde quando, ao comemorarmos seus 15 anos, descobrirmos que a educação dele não e aquela que esperávamos, mas sim, aquela que a vovó decidiu que fosse. Não estamos desmerecendo a educação da vovó, pois e aquela que recebemos, apenas devemos pensar que ele e nosso filho e, sem duvida, faz parte de nossos projetos imaginar quem e como será na adolescência e na idade adulta. Isto significa que, cuidar, educar e atender nosso filho será nosso principal objetivo neste momento e, que para alguns momentos poderemos contar com a ajuda da vovó e/ou da titia, mas tendo sempre o cuidado de não delegar aquela tarefa que e nossa. Mas, tudo isso não quer dizer que o casal deva esquecer que e um casal, ao contrario, deve lembrar-se sempre de que apenas por estarem juntos e que esta criança chegou. As atividades profissionais, sociais e outras que existiam antes para cada um, deverão continuar sendo desenvolvidas, mesmo que em outro ritmo. Os momentos de namoro, a valorização do parceiro (a), os jantares a dois, podem e devem continuar acontecendo, pois a partir da reorganização de nossa rotina, descobriremos que, mesmo sem sermos “super-homens” ou “super-mulheres” conseguimos sempre nos adaptar.

PSIC. MARIA HELENA JANSEN DE MELLO KEINERT-CRP 08/01252.

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